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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Aula de Sushi

Na verdade Marcelo Bastos e eu estávamos a fazer sushi pra um almoço missionário na 1ª Igreja Batista do Porto

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Na estrada


Estive na estrada nessas férias, foi muito bom viver um pouco aquelas aventuras de Hollywood, daqueles filmes de aventura e de comédia, só que não na América e sim na Europa.
Nossa aventura começou no norte de Portugal, cidade do Porto. Saímos de carro a tardinha, indo sempre devagar. Paramos na cidade de Aveiro antes de sair do país. Voltamos a estrada pra valer, chegamos na fronteira com Espanha, paramos pra registrar o momento com fotografia e seguimos viagem.
A estrada se projeta num deserto frio e árido, mesmo sendo verão na Europa. Vemos o sol nascer num horizonte muito parecido com Grand Canyon, estruturas rochosas moldadas com o tempo, bola de mato seco sendo jogado pelo vento no asfalto, coisa de filme. O sol das oito da manhã ainda não consegue esquentar o frio brutal do deserto. Só conseguimos sentir o calor do verão desértico mais tarde. Finalmente sou avisado pelo GPS que Barcelona não está tão longe, já vejo placas que nos mostram que nosso primeiro destino está a apenas dezenas de quilômetos.
Passamos pelo Trópico de Greenwish e finalmente entramos na famosa Barcelona, a solidão do deseto se converte em algazarra dos carros e pedestres, a zona urbana finalmente nos acorda de verdade.
Minha atenção é chamada pelo trânsito intenso. Redobro o cuidado e começo a brigar com o GPS pra nos levar sem muitas voltas a nosso destino. Chegamos em La Rambla, movimentada avenida no centro de Barcelona. Vejo o Oceano Mediterrãneo pela primeira vez com esses olhos que a terra há de comer. Depois de horas procurando Hotel ou Albergue, achamos um que mais parecia cenário de filme de terror.
Na cidade, vejo muitas pessoas como nós, mochileiros, aventureiros, turistas, vindo de toda a parte do mundo. Cada um com uma hostória pra contar e escrever.
Ficamos em Barcelona dois dias. Partimos agora para Madrid.

sábado, 23 de julho de 2011

Paranapiacaba


Lá Vão os Alunos

De branco e azul marinho

Visitar a tal vila

Que parece mais um ninho

Sinta a neblina por ti passar

e ouça o Big Ben seu lindo som tocar

O Serra Beque fica ali parado

Pelos olhos de todos sendo filmado

Em meio à trilha

Tudo derrepente se cala

E a mãe Natureza

Conosco fala

Uma Fala incomum, suave e mansa

Dizendo apenas:

Não faça dessa riqueza,

Apenas uma lembrança!

O privilégio chega ao fim,

o dia logo se acaba.

E nós ali deixamos

a Bela Paranapiacaba.


(Silvia Nara - 2008)


domingo, 19 de junho de 2011

Ao Meu Irmão David

Ja aprendi muto com a distância. Hoje, com ela, descobri que eu amo meu irmão mais do que eu imaginava.

Ao meu irmão, que sinto tanta falta, e escrevo com lágimas nos olhos (e em todo o rosto) esse breve texto que mostra um pouco da imanesa falta que sinto dele.

Sinto falta de dividir o quarto com ele. De tocar violão de cedo até tarde. De conversar ás luses apagadas. De ficar ao seu lado vendo vídeos de violão, vendo facebook, orkut, msn. Sinto muita falta de falar "boa noite, xau e até amanhã" quando agente ia dormir. Sinto falta de assistir MithBuster, e os outros programas de ciências no Discovery e Nat Geo. Não posso esquecer de falar que falta que me faz os lanches a tarde, pão com mantega, café, leite, as vezes café. Também quando agente ia comer churarsquinho grego no centro de São Paulo.

Também sinto falta de dizer uma coisa que nunca lhe falei: David, eu te amo, você é meu único irmão preferido e mais importante pra mim.

Sinto falta de não ter lhe dado uns conselhos em uns assuntos, de nunca ter lhe falado da moça que eu gostava ou ter lhe perguntado se ele gostava de alguma moça.

Só sei que ele faz falta aqui, onde não tenho ele no quarto a noite, não posso brincar de bonequinho, como a vários anos atráz, não posso desenhar junto dele, não posso tocar violão e simplesmente arrumar o quarto, mesmo que seja uma vês a cada seis meses. Sei também que falhei muitas vezes e fui chato, fui arrogante, muitas vezes só pensava em mim e era agoísta.

Temos basicamente os mesmos gostos e somos muito parecidos, por isso que mesmo que não gostava de alguma música que ele tocava no violão, hoje quando ouço passo a gostar, porque me faz lembrar dele e por isso que eu compro essas camisas quadriculadas que ele usa, pois me faz lembrar dele.

Quero ser mais protetor, mais irmão mais velho, mais pai pra ele. Mas hoje estou aqui a mais de seis meses longe de quem eu não cheguei a passar vinte dias longe dele. Cada vez que falo com ele pela internet só cresce essa saudade e essa dor.

Ao meu irmão, que sinto tanta falta, e escrevo com lágimas nos olhos (e em todo o rosto) esse breve texto que mostra um pouco da imanesa falta que sinto dele.

Levi Lima de Jesus


quarta-feira, 9 de março de 2011

Serra da Estrela - Levi Lima


Levi fazendo a primeira visita na Serra da Estrela

Vida de Comilão


Pra relembrar os melhores momentos!!!

De Toda Parte do Meu Ser